“...,When you’re a stranger” é sem dúvida um nome estranho para um blog, e por muito que goste de “The Doors”, eu não escolhi estes titulo por isso, mas porque o que se pode fazer quando um se sente como um estranho? Parece que para mim se resolve com escrever…enfim, manias.
Uma pergunta que surge, e das boas, é porque é que eu me sinto como uma estranha? Porque nada no mundo acontece como eu acho que devia acontecer, porque as pessoas, na sua maioria se comportam de forma que para mim não faz o menor sentido.
Vivemos todos escondidos atrás de máscaras de vidro, tão frágeis que ao menor toque se podem partir e que escondem aquilo que somos, isto porque o mundo nos obriga a ser assim, só porque nós o obrigamos a ser como é.
Contradição?!Paradoxo?!
Claro, o mundo real é uma dimensão paradoxal e impossível de se entender na sua imensa complexidade de falsidades, falsas modéstias e hipocrisia, tanto que quero expressar o meu descontentamento que mais parece poesia o que escrevo do que revolta que é o que sinto quando penso nestas questões.
E olhem que penso nelas com frequência!
Não consigo compreender especialmente nas pessoas a pobreza de alma e de mente, vivem todos fechados numa redoma de vidro super interessados em viver as suas vidinhas mas no entanto a redoma é transparente para poderem olhar para os outros e falar, apontar, criticar, comparar, invejar…aquele que vive livre sem estar fechado ao mundo, aos outros e si próprio.
Porque a maioria tenta ser tão igual aos outros, e mostrar-se ao mesmo tempo tão diferente que se perde nesse caminho estranho e controverso. O problema é que quem não se aceita a si próprio nunca poderá aceitar o outro…
Enfim, estou sinceramente farta de divagar em palavras complexas, o mundo é assim e não há como o mudar, portanto só me resta mesmo ser uma estranha…
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